...Estremeço por dentro quando sinto em mim o teu aroma único que agora me nasce dos poros e perfuma a minha pele de ti.
Invade-me o desejo, a loucura de estar, sentir, tocar e beijar, enquanto sustenho nos braços o peso e a frustração de lembrar e não ter.
Penso não querendo pensar, sinto não querendo sentir, nego o que não é negável, engano a alma e engano-me a mim quando me fecho na voz do silêncio que não solta as palavras que te quero dizer.
Uso agora a outra pele, que não conheço como minha, e protejo-me de certezas infundadas que a razão me rouba por tão bizarras e surreais serem.
A tua ausência enlaça-me, veste-me de ti, fico nua de mim, fecho os olhos e aquieto o corpo deixando passar o tempo sobre as horas em que não te tenho junto a mim.
Deixo que o pensamento me envolva e me toque como se tu o fizesses, deixo-me saborear lembrando o deslizar da tua língua tocando a minha e deixo-me levar num prazer quase real que me entristece.
O meu corpo abraça a falta que a tua alma me faz, contraria as leis do Universo e sente a tua presença inversamente ao desatino de não te ter entre os braços.
De alma exposta ao vazio de ti, carrego nas mãos a nostalgia de uma ilusão inventada, quando saudade era feita da saudade invertida de não conhecer o calor do teu rosto, o toque único das tuas mãos e o brilho do teu olhar.
Sinto saudade feita da saudade dos sonhos onde te sonhei...
Invade-me o desejo, a loucura de estar, sentir, tocar e beijar, enquanto sustenho nos braços o peso e a frustração de lembrar e não ter.
Penso não querendo pensar, sinto não querendo sentir, nego o que não é negável, engano a alma e engano-me a mim quando me fecho na voz do silêncio que não solta as palavras que te quero dizer.
Uso agora a outra pele, que não conheço como minha, e protejo-me de certezas infundadas que a razão me rouba por tão bizarras e surreais serem.
A tua ausência enlaça-me, veste-me de ti, fico nua de mim, fecho os olhos e aquieto o corpo deixando passar o tempo sobre as horas em que não te tenho junto a mim.
Deixo que o pensamento me envolva e me toque como se tu o fizesses, deixo-me saborear lembrando o deslizar da tua língua tocando a minha e deixo-me levar num prazer quase real que me entristece.
O meu corpo abraça a falta que a tua alma me faz, contraria as leis do Universo e sente a tua presença inversamente ao desatino de não te ter entre os braços.
De alma exposta ao vazio de ti, carrego nas mãos a nostalgia de uma ilusão inventada, quando saudade era feita da saudade invertida de não conhecer o calor do teu rosto, o toque único das tuas mãos e o brilho do teu olhar.
Sinto saudade feita da saudade dos sonhos onde te sonhei...

8 comentários:
A tua escrita é e sempre será, envolta num manto de magia!
Escreves a saudade, como ninguém... acredita.
Não prives ninguém da tua arte!
Beijo
Querida Magia:
Momento de saudade da saudade, em que me envolvi.
Saudade de ler-te!
Muitos Beijos
Olá Magia
Escrever é fácil, difícil é fazê-lo com as palavras a flutuar em magia.
Beijocas, menina mágica
A sdaudade dói... muito... mas também tem o dom de transbordar o coração de palavras... lindas...
Simplesmente Mágico !!!
Abracadabra... follow me.
...pelo mesmo sentimento, voltei.
Um beijo...
As tuas palavras sao sem duvida magia pura. Elas enfeitiçam o meu ser de sentimentos comuns aos que descreves.
Escrita simplesmente maravilhosa.
Beijos
Amanhã assassinamos a dita.
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